Quem faz acontecer?

Conheça nossa equipe

Giovana Consorte

A frente dos processos criativos e da construção artística da Quasi, está Giovana Consorte, nossa diretora artística. Com uma trajetória marcada pela dança, pesquisa e criação, ela impulsiona o coletivo com sua sensibilidade e experiência!
Trabalha com coletivos dançantes desde o ano 2000 em instituições públicas e privadas de ensino, tendo assinado a direção de dezenas de produções cênicas. É professora de Dança Contemporânea e processos de criação no Instituto Federal de Pernambuco. Colaboradora do Corpo Composto, grupo de pesquisa em dança com ênfase em processos criativos de/para juventudes. Doutoranda em Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa. Autora do livro “Por uma Educação Ambiental que dança”.

Jay Barbosa

 Uma jovem artista não-binárie que tem se destacado no universo da dança, pintura e escrita criativa. 
Jay iniciou sua jornada artística em 2021, quando entrou no ensino médio técnico e encontrou seu verdadeiro amor pela dança no coletivo Corpo Composto — sua “eterna família”.
Atualmente, estudante de Licenciatura em Dança no IFG (Instituto Federal de Goiás), Jay segue expandindo seus horizontes, já tendo participado de montagens e espetáculos como Relicário de Pequenos Fracassos no Festival de Teatro para Infância e Juventude. 
Com um olhar atento e sensível, Jay busca transformar a percepção humana sobre o corpo, a dança e a vida, colecionando experiências que enriquecem a sua arte e sua jornada.

Ysa Bella Cardoso

Ysa Cardoso é multiartista de Aparecida de Goiânia (GO), atuando como bailarina, professora de dança, atriz, coreógrafa, ensaísta, pesquisadora e produtora cultural. É Licenciada em Dança pelo Instituto Federal de Goiás – Campus Aparecida de Goiânia e mestranda em Artes da Cena pela Universidade Federal de Goiás (UFG).
Possui formação em dança clássica e trajetória atravessada pela dança contemporânea, educação somática, jazz funk e vogue performance. Atua como Diretora Artística, professora e bolsista do grupo de pesquisa em dança Corpo Composto, e integrou o projeto Trierô – Centro de Pesquisa e Documentação em Dança, como pesquisadora e bolsista.
É bailarina-intérprete do P.I.A.D.A – Projeto de Incubadora Artística em Dança, vinculado à Licenciatura em Dança do IFG, e possui mérito cultural concedido pelo município de Aparecida de Goiânia. É vencedora de prêmios da Política Nacional Aldir Blanc e atualmente integra a Quasi Cia de Dança como intérprete-criadora.

Rafaela Pereira

Nossa artista apaixonada pela arte e pela inclusão!
Desde pequena, Rafaela sempre teve um amor profundo pelas artes. Criando perucas com tecidos e fazendo apresentações de palhaçaria para a família, ela descobriu sua paixão de forma lúdica e criativa. Crescendo em uma chácara, seu contato com a natureza desenvolveu uma sensibilidade única, permitindo que visse o mundo como uma rica possibilidade poética.
Na escola, aproveitou cada oportunidade para dançar e atuar, participando de um grupo de Catira e publicando seu primeiro texto no jornal “O Popular” ainda criança. O amor pela música a levou a aulas de violão e a aprender ukulele de forma autodidata. Durante o ensino médio, descobriu a dança e arte contemporânea como possibilidade de existência.

Clara Izabel

Clara Izabel é artista multifacetada paraense, periférica, atualmente residente em Aparecida de Goiânia (GO). Cursa Licenciatura em Dança pelo Instituto Federal de Goiás – Campus Aparecida de Goiânia, atuando como professora de Dança Criativa, bailarina, fotógrafa documental, atriz, diretora audiovisual, produtora cultural e apresentadora.
Artista cuja criação é atravessada por sua realidade e pela resistência cotidiana, encontra na vivência periférica inspiração e potência para seus processos artísticos. Possui experiência em dança contemporânea, com trajetória de três anos junto ao grupo de pesquisa e extensão em dança Corpo Composto, onde atuou como bailarina-intérprete.
Atualmente, integra a Quasi Cia de Dança como intérprete-criadora, é produtora da batalha de dança all style “Na Pista do Garavelo”, é professora de Dança Criativa no espaço “Aqua Star” e possui experiência como apresentadora de batalhas de dança all style na cena do rap aparecidense, atuando no fortalecimento das culturas urbanas e dos territórios periféricos.

Hauany Aquino
Maria Luísa Alvarenga

Maria Luísa Alvarenga é, atualmente, bailarina intérprete-criadora da Quasi Companhia de Dança. Estudante de Educação Física pela Universidade Estadual de Goiás (UEG) e pesquisadora na área de cultura popular brasileira, mais especificamente sobre as quadrilhas juninas.
Em 2018 entrou na Escola do Futuro em Artes Basileu França e fez um curso de teatro durante dois anos. Entrou para a Escola de Dança e Fisioterapia Criarte em 2021, participando de aulas de balé, dança contemporânea e danças urbanas, assim como de diversos espetáculos de dança ao longo dos três anos e meio que passou nessa instituição.
Em 2022 entrou para o ensino médio técnico integrado integral do Instituto Federal de Goiás e lá fez parte do coletivo de dança contemporânea Corpo Composto.

Cinara Santana

Cinara Santana é artista da dança, professora, pesquisadora e produtora cultural. Licenciada em Dança pelo Instituto Federal de Goiás (IFG), atua na interface entre as danças orientais árabes e as danças contemporâneas, articulando criação, formação e pesquisa. Atualmente, é graduanda em Produção Cultural pelo IFG e mestranda em Artes da Cena pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Possui vasta experiência na produção e gestão de projetos de dança, desenvolvendo ações formativas, mostras, circulações e articulações em rede.
Integra o Triero – Centro de Pesquisa e Documentação em Dança, onde atua como pesquisadora, dedicando-se à investigação e ao registro de processos e memórias da dança. No Pontão de Cultura Cidade Livre, realiza trabalho contínuo como professora e produtora, fortalecendo iniciativas comunitárias e ampliando o acesso à cultura em Aparecida de Goiânia. Também integra o Programa Nacional dos Comitês de Cultura (PNCC), do Ministério da Cultura (MinC), contribuindo para a mobilização, articulação territorial e valorização das práticas culturais nos territórios.

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